Aqualtune Lab

Submeta seu trabalho no Congresso Internacional Umoja até 2/6

Quando um algoritmo nega crédito, um sistema de saúde ignora sintomas ou uma plataforma digital amplifica o ódio a um grupo específico, nota-se que o preconceito encontrou novas ferramentas. É […]

Quando um algoritmo nega crédito, um sistema de saúde ignora sintomas ou uma plataforma digital amplifica o ódio a um grupo específico, nota-se que o preconceito encontrou novas ferramentas. É para enfrentar e disputar espaço nessa nova realidade tecnológica que o Aqualtune Lab, junto ao Instituto Sumaúma, o Instituto Mancala e a Reafro, promove o I Congresso Internacional sobre Desigualdades Raciais e Tecnologias Digitais.

Chamar a atenção da sociedade para o uso racista das tecnologias e influenciar a formulação de políticas públicas: essa é uma das metas centrais do evento.

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Como submeter

O I Congresso Internacional sobre Desigualdades Raciais e Tecnologias Digitais quer a sua pesquisa nesse espaço.

🚨 Se você pesquisa ou atua nas intersecções entre raça, tecnologia, inteligência artificial, saúde digital, educação ou direitos digitais, participe dessa com a gente.

📋 Como submeter:

Acesse o site: https://congresso.aqualtunelab.com.br/#submeter
• Formato: Resumo Expandido (3 a 5 páginas)
• Idiomas aceitos: Português, Espanhol ou Inglês
• Pelo menos uma pessoa autora deve estar inscrita no congresso
• Novo prazo: até 02/06/2026

Os trabalhos aprovados integrarão o livro oficial do congresso, que acontece nos dias 31 de julho e 1º de agosto de 2026, na Faculdade de Saúde Pública da USP.

O evento reúne pesquisadores, ativistas, juristas e profissionais de tecnologia do Brasil e do exterior com o objetivo de consolidar uma base de referência nacional sobre racismo e tecnologia, bem como ampliar parcerias internacionais e contribuir diretamente para os debates sobre regulamentação em curso no Legislativo.

Quando: 31 julho e 1º agosto
Onde: Faculdade de Saúde Pública da USP (São Paulo)

Os seis eixos temáticos do Congresso

A programação está organizada em torno de seis grandes temas que, aliás, atravessam o debate sobre racismo e tecnologia no Brasil e no mundo:

  • Saúde Digital e relações étnico-raciais
  • Plataformas digitais e as desigualdades
  • Inteligência Artificial e suas relações com as desigualdades sociais
  • Tecnologia, Educação e antirracismo
  • Direitos Digitais e Racismos
  • Impacto Social das tecnologias digitais
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Vozes internacionais confirmadas – O evento já conta, por exemplo, com a presença confirmada de Onica Nonhlanhla Makwakwa e Yonas Gebremichael Difer, dois nomes de destaque no cenário internacional de tecnologia e direitos digitais. A participação desses pesquisadores, de origem sul-africana e etíope, respectivamente, reforça a dimensão global do problema. Afinal, o racismo algorítmico não tem fronteiras.

Para quem é este congresso

O evento é para quem pensa, faz e sofre os efeitos da tecnologia: ou seja, professores, estudantes de graduação e pós-graduação, profissionais do direito e da tecnologia, representantes do Estado, organizações da sociedade civil, empresas de tecnologia e, claro, cidadãos.

Se você acredita que um mundo digital mais justo é possível  e necessário, este é o seu lugar.

Acesso e inclusão – Oferece isenção de inscrição para pessoas autodeclaradas negras que atendam aos critérios estabelecidos pela organização. A paridade de gênero e a participação de jovens pesquisadores também são prioridades da curadoria.

Participe. Esse debate não pode esperar.

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