Prever crimes, a que custo?
A promessa de prever a ocorrência de crimes através da tecnologia provoca questionamentos em um país onde oito a cada 10 pessoas presas com uso de reconhecimento facial são negras […]
A promessa de prever a ocorrência de crimes através da tecnologia provoca questionamentos em um país onde oito a cada 10 pessoas presas com uso de reconhecimento facial são negras […]
Natane da Silva Santos Mulher preta, co-fundadora do Núcleo de Assessoria
Jurídica Universitária Popular Luiza Mahin, co-fundadora do Curso de Extensão Jurista Luiz Gama, ex-monitoria da Associação Brasileira de Propriedade Intelectual e da Data Privacy Brasil, Integrante do AqualtuneLab, graduanda e pesquisadora de Direitos e Novas Tecnologias da UFRJ.
José Vitor Pereira Neto é advogado popular especializado em direitos culturais e produtor cultural. É militante da Articulação Negra de Pernambuco – ANEPE e do Aqualtune Lab.
A Revista ADUSP – Associação de Docentes da Universidade de São Paulo, publicou o artigo na edição 64 (setembro 2020)
A observação do significado jurídico da mobilização social brasileira organizada pela internet contra a aprovação da redação proposta no senado federal para o projeto de lei de cibercrimes passa, primeiro,
O Brasil estreou oficialmente o uso de tecnologias de reconhecimento facial na área de segurança pública este ano. Mas, após um ano de experiências em cinco estados do Brasil, a
A discriminação algorítmica é uma violação de direitos humanos porque ataca o direito à privacidade, o direito à liberdade de expressão e à livre circulação Ana Carolina Lima O Brasil